Acusado de matar ex-comissário de voo em Florianópolis é condenado a 18 anos de prisão

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Um júri popular em Florianópolis, Felipe dos Santos Diogo, de 25 anos, foi condenado nesta quinta-feira (3) a 18 anos de prisão em regime inicialmente fechado por matar o ex-comissário de voo Alexandre Batista Santiago, de 32. O crime ocorreu em março de 2016 e a vítima foi encontrada nua, com as pernas amarradas e marcas de pedradas pelo corpo.

Felipe foi condenado por homicídio qualificado por meio cruel e impossibilitar a defesa da vítima. O crime ocorreu na madrugada de 5 de março no parque Náutico Walter Lange, no Centro da capital, na região das pontes que ligam a ilha ao continente.

Inicialmente, Felipe havia sido acusado juntamente com Elisangela Campos da Silva, de 36 anos. Porém, os processos foram separados e a mulher foi julgada em 16 de maio deste ano e condenada a seis anos e oito meses de reclusão, inicialmente no regime semiaberto.

Denúncia

Conforme a denúncia do Ministério Público de Santa Catarina (MPSC), na noite do crime, Felipe, Elisângela e a vítima haviam ido até as proximidades do Clube Náutico de Remo para usar drogas. Insatisfeito com o fato de a droga ter terminado, Felipe, ainda de acordo com o MP, teria golpeado Alexandre com um capacete e iniciado uma briga.

Quando Alexandre estava dominado, ele e Elisângela teriam desferido golpes com uma pedra. A vítima ainda foi despida em via pública e teve suas pernas amarradas com o cadarço de seu próprio tênis.

G1 não conseguiu contato com o advogado de defesa de Felipe nem com a famílai de Alexandre.